sexta-feira, 9 de julho de 2010

Hoje escrevi-te!




Meu Amigo,

O tempo passa a correr, já vamos com mais de 2 anos desde do último Adeus, que no nosso caso, nunca aconteceu... Passou rápido, mas parece que foi ontem. A dor da noticia, a dureza de saber que partiste está aqui na minha cabeça, na nossa cabeça. 
Não te esquecemos, apenas tentamos fingir que está tudo bem mesmo não estando. Tu sabes, tu ves, tu compreendes e nem queres que aqui seja. Mas não conseguimos.
Dói, e nem sabes a falta que me tens feito nos últimos tempo. Fazes me imensa falta, e tenho pena que não conheça mais ninguém como tu, porque embora ninguém seja como ninguém, a dor talvez acalmasse por saber que estaria rodeado de pessoas boas como tu. 
Tenho pensado várias vezes em ti. Mesmo quando não me lembro, sinto. És o meu melhor Amigo, sempre foste. Tu sabes o teu lugar. Vou continuar a lutar e estar sempre ao lado da nossa menina. Vais-te orgulhar um dia.

Até sempre Amigo!
Fez bem dizer estas palavras. 

2 comentários:

Luís Coelho disse...

Há saudade nestas palavras, mas não há cura na ausência duma partida inesperada.
Um amigo nunca é substituível. É um ser único na nossa vida.
A partida de um amigo mergulha-nos num vazio e desespero físico, mas tal só prova a nossa força de amar e viver em sintonia completa.
Ainda que distante sempre o recordamos e lhe queremos ser agradáveis nas coisas que fazemos.

N. # disse...

Que palavras lindas. Ele estará sempre presente apesar de tudo. *